Um agente útil não é apenas uma interface de conversa.
Para apoiar uma operação, um agente precisa saber quais fontes pode consultar, como interpretar o contexto e quais limites respeitar. A resposta deve indicar a origem do dado e não transformar uma hipótese em fato.
Elementos de uma aplicação responsável.
- Fontes e permissões definidas por função e finalidade.
- Catálogo compreensível para que o agente não invente tabelas, colunas ou fatos.
- Regras para diferenciar consulta, recomendação e ação.
- Rastreabilidade das respostas e validação antes de automatizar decisões críticas.
Onde começar.
O melhor primeiro caso de uso é uma pergunta recorrente, hoje respondida com esforço manual, cuja resposta pode ser conferida por quem conhece o processo. Antes de ampliar autonomia, validamos qualidade, fontes e formato da resposta.
Agentes não substituem controles de acesso, governança de dados ou validação humana quando o risco operacional exige revisão.